No caso específico da gravação

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O mundo eletrônico está se tornando digital. Uma quantidade crescente de equipamentos, principalmente os relacionados com as telecomunicações está adotando esta tecnologia pelas evidentes que ela apresenta.  e reprodução de imagens, esta tecnologia está representada pelo DVD.

Já subsituindo as velhas fitas de vídeo, os DVDs vão se tornar em pouco tempo a única mídia disponível para gravação e reprodução de imagem. Veja nesta série de artigos como funciona esta tecnologia e os equipamentos utilizados na reprodução e gravação de DVDs.

O processamento direto de sinais na forma analógica tem sérias limitações.

Podemos citar o caso dos sons onde distorções, degradação da qualidade e até mesmo sua perda pode ocorrer num tempo não muito longo quando usamos meios magnéticos de registro.

No entanto, se transformarmos a informação analógica em informação digital podemos ter inúmeras vantagens nisso.No caso dos sons, por exemplo, podemos eliminar distorções e ruídos.Além disso, podemos armazenar muito maior quantidade de informações (maior tempo de gravação) em menor espaço físico.

Para a gravação e reprodução dos sons na forma digital foram então criados os CDs (Compact Discs) que, graças ao processamento digital dos sinais podem fornecer uma qualidade de reprodução infinitamente melhor do que os discos e mesmo as fitas magnéticas.Os sons gravados digitalmente num CD têm ainda a vantagem de não se degradarem com o tempo.Discos de vinil se desgastam com o tempo devido ao atrito da agulha.

As fitas cassetes, por outro lado, perdem a magnetização com o tempo e os sons gravados tendem a perder a qualidade e apresentar distorções.Podemos dizer que o tempo médio de duração de uma fita cassete comum está em torno de 5 anos.

A gravação digital na forma óptica num CD é eterna, mas na pratica, levando-se em conta o manuseio está limitada a uns 100 anos!No caso da digitalização de imagens ob temos as mesmas vantagens.Poderemos ter uma reprodução muito mais pura com fidelidade maior e sem “ruídos” que num videocassete, por exemplo, são traduzidos por riscos na imagem (chuviscos) e outros.

Além disso, as imagens vão precisar de um espaço menor para serem armazenadas através de um processo de “compressão” que será analisado oportunamente.No entanto, para gravar imagens num CD a quantidade de informações é muito maior do que a que existe num canal de som.

Por este motivo, ao se pensar nessa possibilidade foi percebido que a capacidade dos CDs comuns então existentes usados em computadores e som não comportariam mais do que alguns minutos de um sinal de áudio e vídeo conjugados.

Uma primeira solução adotada foi a dada pelo Video Disco, que era um “CD” grande, conforme mostra onde era possível gravar algumas horas de programa.Com o tempo esta tecnologia foi melhorada tecnologia com a redução do tamanho do disco ao tamanho de um CD comum dando origem ao DVD ou Digital Video Disc.

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